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Morre Chico Rosa, importante nome do automobilismo brasileiro

Chico foi homenageado pelo Velocult em 2012 por sua trajetória e relevância no cenário da velocidade.



É impossível dissociar a evolução do automobilismo brasileiro e de muitos de seus maiores nomes sem citar Chico Rosa. E os amantes da velocidade se despedem dessa figura única, que morreu aos 80 anos neste sábado, 7 de janeiro.


Francisco Castejon do Couto Rosa dedicou a maior parte de sua existência às competições automobilísticas. Foram décadas de trabalho reconhecidas pela sua capacidade.


Formado em engenharia, foi linha de frente no Autódromo de Interlagos por 40 anos, entre 1975 e 2015. No templo da velocidade, ajudou a desenhar o modelo para reformar a pista nos anos 80.


Além de conhecer carros como ninguém, entendia de gente. Foi assim que, em 1969, levou Emerson Fittipaldi para a Inglaterra, apostando em seu talento. Não estava errado: ali estava o futuro bicampeão mundial de Fórmula 1.


E não parou por aí. Fez o mesmo com José Carlos Pace, que faturou a F3 inglesa em 1970 e até abocanhou, depois, uma vitória na F1.

A mesma saga seguiu nos anos 70, quando enxergou outro grande talento. Apresentou Nelson Piquet para o mundo e para Bernie Ecclestone, então líder na Brabham.


Novamente Chico estava certo: era o futuro tricampeão do mundo de Fórmula 1.

Em 2012, o Velocult fez justa homenagem ao visionário Chico Rosa. O homem que ouvia motores, administrava circuito e entendia de gente.


O Chico de Patrocínio Paulista que desbravou a Europa sem imaginar que seus toques mudariam toda a forma de o mundo olhar para o Brasil quando se fala em automobilismo.



Obrigado, Chico Rosa. Nossa eterna reverência a você.

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